RECORDAR É VIVER

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

PELÉ GANHA BOLA DE OURO E CHORA NO PALCO!!!

- Atualizado em

Pelé ganha Bola de Ouro 'para consertar injustiça' e chora no palco

'France Football' e Fifa fazem homenagem ao maior jogador de todos os tempos

             
Por
 
Pelé estragou a surpresa no domingo, mas não segurou a emoção nesta segunda-feira. Como foi revelado pelo próprio Rei, o ex-camisa 10 da Seleção recebeu uma Bola de Ouro especial da Fifa durante a Festa de Gala. Segundo o diretor da revista France Football (responsável pela criação do prêmio em 1956), François Morinière, a entrega do troféu é para "consertar uma injustiça". O Rei foi aplaudido de pé e chorou ao receber a Bola de Ouro no palco em Zurique.
- Eu prometi à minha família que não choraria, mas sou emotivo. Queria agradecer a Deus por ter me dado saúde para jogar por tantos anos. Eu não jogava sozinho, tudo que eu ganhei foi com meus amigos, as pessoas se lembram dos jogadores, mas não podemos esquecer as pessoas que preparam as chuteiras, fisioterapeutas, massagistas. Quero compartilhar com eles este troféu.
A Bola de Ouro foi criada pela France Football para eleger o melhor jogador da Europa. Assim, Pelé nunca pôde concorrer ao troféu, pois atuou toda sua carreira profissional no Santos (com uma pequena passagem pelo NY Cosmos, dos Estados Unidos, após ter pendurado as chuteiras no Brasil). Apenas em 1991, a Fifa passou a eleger o melhor jogador do mundo. O presidente da Fifa, Joseph Blatter, exaltou a carreira de Pelé:
- No momento que o mundo se prepara para a Copa de 2014, chegou o momento de reconhecer este jogador. Nenhum outro jogador teve tanta influência sobre jogo, inspirou tantos outros a jogar. Seu legado nos inspira. Sua criatividade era sem limites, seu talento nato era sem limites, com mais de 1.000 gols na carreira - disse Blatter.
Pele, bola de ouro da FIFA (Foto: AFP)Pelé chora ao receber a Bola de Ouro especial da Fifa durante o evento em Zurique (Foto: AFP)
 
Antes de receber o prêmio, Pelé foi ao palco com Cafu (campeão de 2002) e Amarildo (1962) para falar sobre o futebol brasileiro e elegeu a Copa de 1958 como principal da sua carreira:
- Difícil dizer qual foi a mais importante. Minha primeira Copa, eu tinha 17 anos. Todos ficaram surpresos. Foi difícil porque eu era muito jovem. Foi um sonho. Fui selecionado para a equipe. A Copa de 1970, a última, o Brasil estava em boa forma e eu pensava, meu Deus, eu não posso me aposentar com uma derrota. Por isso, acho que a de 1970 foi a mais importante.
GloboEsporte.com, Zurique, Suíça
13/01/2014 16h50 - Atualizado em

domingo, 5 de janeiro de 2014

"IRMÃO": "PELE" LEMBRA AMIZADE A PARTIR DE 1966 E LAMENTA MORTE DE "EUSEBIO"!!!

Pelé lembra amizade a partir de 66 e lamenta morte de Eusébio: 'Irmão'

Rei diz que ficou amigo do português durante a Copa do Mundo na Inglaterra. Zico também faz homenagem e cita o pai português ao exaltar o Pantera Negra                                        



Pelé lamenta morte de Eusébio (Foto: Reprodução/Twitter)
Pelé usa rede social para dar adeus ao 'irmão' Eusébio (Foto: Reprodução/Twitter)
 
Pelé usou a internet para se despedir de Eusébio. Por uma rede social, o Rei lembrou a amizade com o português, que faleceu neste domingo em Lisboa, e chamou o ex-jogador do Benfica de "irmão".
- Lamento a morte do meu irmão Eusébio. Ficamos amigos na Copa de 66, na Inglaterra. Nosso último encontro foi no recente jogo entre Brasil e Portugal em Boston. Meus pêsames a seus familiares. Que Deus o receba de braços abertos - escreveu o ex-camisa da Seleção e do Santos.

Em 1966, a seleção portuguesa venceu o Brasil por 3 a 1, em Liverpool, com dois gols de Eusébio (Pelé, contundido, pouco fez em campo). O último encontro citado pelo Rei aconteceu no dia 10 de setembro de 2013, quando a Seleção de Luiz Felipe Scolari venceu os lusitanos por 3 a 1, em amistoso nos Estados Unidos. Antes da partida, Pelé e o Pantera Negra entraram em campo e saudaram os atletas.

Zico cita o pai português ao homenagear Eusébio
Outro ex-camisa 10 da Seleção também usou a internet para exaltar Eusébio: Zico. O Galinho publicou um texto lembrando alguns encontros com o Pantera Negra e citou até seu pai, português, ao comentar um jogo da Copa de 1966:
- O futebol perde mais um grande nome para enorme tristeza de todos os amantes do esporte. Última vez que estive com Eusébio foi na Soccerex. Nos últimos anos nos encontramos muitas vezes em eventos festivos e também da Uefa. Lembro bem de um em Nova York que fomos fazer a apresentação da Taça da Champions League. Tive o privilégio de jogar alguns minutos junto com ele, George Best e ter como técnicos simplesmente Puskas e Di Stefano na festa de 50 anos do Beckenbauer. Por causa do velho Antunes, português nato, a primeira lembrança de Copa do Mundo que tenho foi em 66 quando Portugal perdia de 3 x 0 para a Coreia do Norte. Eusébio desandou a fazer gols, quatro no total, e Portugal virou para 5 x 3 para alegria do meu pai. Estávamos ouvindo pelo rádio.
Zico e Eusébio (Foto: Reprodução)Zico e Eusébio durante evento em Nova York com a taça da Liga dos Campeões da Europa
(Foto: Reprodução)

05/01/2014 19h18 - Atualizado em

Por GloboEsporte.com, Rio de Janeiro

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

DOIS ANOS SEM DR. SÓCRATES!!!

Destino Futebol: Sócrates, o Artista

20131201-154811.jpg
Dois anos sem Dr. Sócrates
 
A ESPN Brasil apresentará aos 30 minutos desta segunda-feira o documentário “Sócrates, o Artista”, realizado pelo jornalista argentino Martin Anstein, para a série “Destino Futebol”.
 
O documentário é simplesmente espetacular,
OK, sou suspeito, mas veja e depois diga se exagerei.
 
Em tempo: o programa será reprisado, na ESPN, na quarta-feira, dia 4, às 15h30 e no dia 7, sábado, às 21h, também na ESPN, não confunda com a ESPN Brasil.
 
Juca Kfouri

DESTINO FUTEBOL: SÓCRATES, O ARTISTA!!!

Destino Futebol: Sócrates, o Artista

20131201-154811.jpg
Dois anos sem Dr. Sócrates
 
A ESPN Brasil apresentará aos 30 minutos desta segunda-feira o documentário “Sócrates, o Artista”, realizado pelo jornalista argentino Martin Anstein, para a série “Destino Futebol”.
 
O documentário é simplesmente espetacular,
OK, sou suspeito, mas veja e depois diga se exagerei.
 
Em tempo: o programa será reprisado, na ESPN, na quarta-feira, dia 4, às 15h30 e no dia 7, sábado, às 21h, também na ESPN, não confunda com a ESPN Brasil.
 
Juca Kfouri

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

MUNDO PERDE A ENCICLOPÉDIA DA BOLA: MORRE O ALVINEGRO "NILTON SANTOS"!!!

Mundo perde a Enciclopédia da bola: morre o alvinegro Nilton Santos

Bicampeão mundial pela Seleção, ídolo do Botafogo, maior lateral-esquerdo de todos os tempos e amigo de Garrincha perde luta contra mal de Alzheimer

Mosaico Nilton Santos 620 (Foto: Editoria de Arte)
            Com a camisa alvinegra, Nilton Santos mostrou classe com a bola nos pés. Recebeu o carinho da família, de técnicos como Joel Santana. E posou aos pés do Cristo Redentor. Na seleção brasileira, com Pelé & Cia., foi bicampeão mundial nas Copas de 1958 e 1962 e foi pioneiro como lateral ofensivo (Foto: Editoria de Arte)
 
Fazia frio naquela noite de 8 de junho de 1958 em Uddevalla, cidadezinha na Suécia. Ali, no estádio Rimnersvallen, o Brasil estreava na Copa do Mundo contra a então perigosa Áustria. A Seleção vencia por um 1 a 0, gol de Mazzola. O jogo não estava nada fácil. Aos seis minutos do segundo tempo, um lance mudaria a partida e, de certa forma, contribuiria para uma nova ordem do futebol mundial. O time austríaco tentava atacar pelo lado direito. A bola foi lançada para o ponta Horak. Nilton Santos, o lateral-esquerdo brasileiro, à época já com 33 anos, se antecipou. Tomou-lhe a bola e se lançou ao ataque.
- Volta, Nilton! - berrava o técnico Vicente Feola, preocupadíssimo com o contra-ataque.
 
Como todo craque que se preza, Nilton Santos desobedeceu às ordens do treinador. Voltar, nada. Seguiu na arrancada, incomum aos laterais, na época meros marcadores. Tabelou com Mazzola e, na área, tal como um atacante extraclasse, tocou com categoria por cima do goleiro: era o segundo gol brasileiro na vitória por 3 a 0. Ali começava o caminho do primeiro título brasileiro. Ali começava uma nova forma de se atacar. Ali o mundo começava a conhecer, de fato, o maior lateral-esquerdo de todos os tempos. Nada menos que a Enciclopédia do Futebol, como era carinhosamente chamado Nilton Santos, bicampeão mundial pelo Brasil, tantas vezes campeão pelo Botafogo, único clube em que atuou e hoje chora, com todo o Brasil, a sua morte, aos 88 anos, após infecção pulmonar e longa luta contra o mal de Alzheimer. O ex-jogador estava internado desde sábado à noite na Fundação Bela Lopes, em Botafogo, Zona Sul do Rio de Janeiro, com complicações respiratórias.

Ao ser informado do falecimento, o presidente Maurício Assumpção imediatamente ordenou que a bandeira alvinegra fosse colocada a meio mastro na sede de General Severiano. O ex-jogador deve ser velado no salão nobre da sede, na Zona Sul do Rio. O clube emitiu nota oficial de lamento pela morte, e a entidade decretou luto no futebol do país e a observação de um minuto de silêncio nos jogos.
 
São muitas as histórias emblemáticas de Nilton dos Santos, nascido a 16 de maio de 1925 na Ilha do Governador, no Rio de Janeiro. Se em 1958 o craque mostrou que lateral podia atacar e até se aventurar a fazer gols - marcou 11 como profissional em toda a carreira, um número alto para a época -, no bicampeonato mundial de 1962 fez da malandragem uma arma poderosíssima para salvar o Brasil. Nilton Santos era Enciclopédia até para consertar o próprio erro.
 
Foi no jogo contra a Espanha, em Viña del Mar, no Chile, em 6 de junho. A Seleção perdia por 1 a 0 e estava desnorteada quando o lateral derrubou na área o ponta Enrique Collar. Era pênalti. Mas o árbitro estava distante do lance e não percebeu os dois passos à frente de Nilton logo após ter feito a falta. E esses passos o deixavam fora da área. Foi o suficiente para o chileno Sérgio Bustamante marcar falta. O Brasil acabou vencendo por 2 a 1 e caminhou rumo ao bicampeonato mundial.

Bastariam essas duas histórias para Nilton Santos entrar para a história do futebol. Mas Nilton Santos fez muito, muito mais. Era tão bom e perfeito com a bola nos pés que ganhou o apelido de Enciclopédia. De fato, sabia tudo de bola. Que o digam os torcedores do Botafogo, beneficiados pela exclusividade de vibrar com as jogadas do maior lateral de todos os tempos - é oficial, a Fifa reconheceu em 2000.
 
Alto (1,84m), habilidoso (ambidestro), veloz, clássico, elegante, forte. Nilton já era assim desde moleque, tanto no futebol de praia quanto no Flexeiras, onde chegou com 14 anos após experiência no remo, que lhe dera mais força física. E foi assim que se fez no Botafogo, onde chegou com 23 anos após ter se destacado no time do Exército - era o único soldato em meio a tenentes e capitães.
 
Santo baile de Garrincha
Ao assinar contrato em branco com o clube, se  tornou o maior soldado em preto e branco: é o recordista de jogos (718 partidas), ganhou o Rio-São Paulo de 1962 e 1964 e foi campeão carioca em 1954, 1957, 1961 e 1962. No bicampeonato estadual, formava o timaço-base da Seleção bicampeã mundial, com Didi, Zagallo, Amarildo... E Mané Garrincha.
"Naquele tempo, lateral que passasse do meio do campo era considerado maluco."
Nilton Santos, sobre o gol na Copa de 1958
Aliás, Garrincha e o ex-lateral estavam sempre ligados por causos curiosos. Nilton Santos era Enciclopédia até para levar um baile. Foi o que aconteceu no primeiro treino do Mané no clube alvinegro. O jogador das pernas tortas nem tomou conhecimento do astro botafoguense.
- Ele me deu um baile. Pedi que o contratassem e o pusessem entre os titulares. Eu não queria enfrentá-lo de novo - disse certa vez, às gargalhadas, o maior fã da Alegria do Povo, como passou a ser chamado Mané.
 
E o bom olheiro Nilton Santos era Enciclopédia também para contar histórias. Fala mansa, sempre bem-humorado, se divertia tanto com os causos de Garrincha quanto com os duelos com o maior rival, o Flamengo.
- O pessoal da imprensa instigava o Manga. E amanhã, Manga, como é que vai ser? Sim, já peguei meu bicho adiantado (...) E a torcida do Flamengo ficava louca. Porque normalmente a gente ganhava. Nosso time era bom: Garrincha, Didi, Paulo Valentim, Quarentinha e Zagallo. E ainda tinha de fora o China. Tinha o Amarildo. Tinha um montão de gente.
 
Pelo sol
As histórias de Nilton Santos estão entre as mais saborosas do futebol desde sua estreia pelo Botafogo, em 1948, em amistoso contra o América Mineiro. Poucos sabem, mas foi Zezé Moreira que, nos treinos, descobriu ser a lateral esquerda a posição certa de Nilton Santos, e não o ataque, onde jogava nas peladas, ou a zaga, onde chegou a se pensar em lançá-lo. Afinal, tinha bom porte, era seguro na marcação, se posicionava bem, se antecipava aos atacantes com facilidade.
"Tu, em campo, parecias tantos, e no entanto, que encanto!"
Eras um só, Nilton Santos"
Armando Nogueira, em poema para o ídolo
Ambidestro desde os tempos que ia de arquibancada assistir aos treinos de Zizinho, seu ídolo, e participar das peladas na praia, Nilton Santos acabou assumindo a posição diante da falta de bons canhotos na época. E gostava de dizer que marcava os atacantes pelo sol... Olhava pela sombra do adversário e tinha ali a referência do posicionamento correto para marcá-lo.
 
Os companheiros brincavam que, em dias nublados, Nilton Santos não teria muito o que fazer. O correto, no entanto, é que o jogador era completo em qualquer situação. Foi assim que se tornou ídolo alvinegro. Para muitos, o maior de todos, não só por ter atuado mais vezes pelo clube como também pelo fato de a camisa gloriosa ter sido a única que vestiu além da amarelinha da Seleção.
 
Quatro Copas
Na Seleção, Nilton Santos participou de quatro Copas do Mundo. Na tragédia de 1950, foi preterido pelo técnico Flávio Costa e sequer entrou em campo. Quatro anos depois, estava Nilton Santos na Suíça como titular, vestindo a camisa 3. A primeira partida em Mundiais foi na goleada por 5 a 0 sobre o México. O lateral ainda atuou no empate por 1 a 1 com a Iugoslávia e na derrota por 4 a 2 para a Hungria, quando o Brasil sucumbiu diante de Puskas & Cia.
O brasileiro conhece Garrincha da Seleção. "O que eu o vi fazer pelo Botafogo por esse mundo afora é um negócio de louco"
Nilton Santos, sobre o "compadre"

Os dois fiascos em Copas deram experiência para o lateral, em 1958 e 1962, ser decisivo. Priimeiro com a camisa 12 e depois com a 6, foi dono da posição e atuou nas 12 partidas da campanha do bicampeonato mundial. Nas 75 partidas oficiais e 10 não oficiais pela Seleção, marcou dois gols e ganhou outros títulos, como o Sul-Americano de 1949, quando fez sua estreia. 

Depois que parou de jogar, Nilton Santos escreveu o livro "Minha bola, minha vida", contando sua trajetória. Recebeu inúmeras homenagens do Botafogo, numa relação de amor poucas vezes vista entre clube e jogador. E ainda contribuiu para o título carioca de 1989, quebrando jejum de 21 anos.
 
"Preleção" em 1989
 Já aposentado, o eterno ídolo alvinegro foi convidado a participar da preleção no vestiário do Maracanã na final contra o Flamengo. Lá, usou da "psicologia" e a boa e velha superstição para injetar confiança nos jogadores. Lembrou dos tempos vitoriosos contra o rival nos anos 1960.
 
Quando perguntado sobre quem gostaria que estivesse ali, não pensou duas vezes:
- O Mané. Mas eu já rezei pra ele, e ele vai nos ajudar - disse o Enciclopédia.
Resultado final: Botafogo campeão ao vencer por 1 a 0, gol de Maurício usando a camisa 7 eternizada por Garrincha.
 
Esse e muitos outros causos com o compadre Garrincha fazem parte do arquivo de memórias do eterno craque. Celebrado por ídolos como Jairzinho, Paulo Cezar, Marinho Chagas, Garrincha, Didi,
 
Zagallo e Junior e jornalistas como Armando Nogueira (assista ao vídeo acima com um conto), João Saldanha, Sandro Moreyra, João Máximo, Marcos de Castro e tantos outros, a Enciclopédia estará sempre na cabeceira dos que amam o futebol.
 
Por GLOBOESPORTE.COM Rio de Janeiro
27/11/2013 16h45 - Atualizado em

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

73 ANOS DO ATLETA DO SÉCULO - PELÉ!!!

Pelé completa 73 anos e comemora com “festa surpresa” no México
No México, onde está há alguns dias, Pelé acabou recepcionado com um bolo e uma pequena comemoração em sua homenagem Foto: Twitter
No México, onde está há alguns dias, Pelé acabou recepcionado com um bolo e uma pequena comemoração em sua homenagem
Foto: Twitter
Nesta quarta-feira, dia 23 de outubro, Edson Arantes do Nascimento, ou simplesmente Pelé, completa 73 anos de idade. Para comemorar a data, o maior jogador da história do futebol foi pego de surpresa. No México, onde está há alguns dias, acabou recepcionado com um bolo e uma pequena comemoração em sua homenagem.

Adepto das redes sócias, ele tratou de compartilhar o momento com seus seguidores do Twitter e Facebook e postou a foto da "festa" que ganhou durante sua ida a um canal de TV local. "Foi grande surpresa para mim, não esperava passar o aniversário no México. Mas foi um prazer. Agora vou comemorar com a família. Agradeço a Deus pela saúde e por me dar mais um ano de vida!", escreveu.
Beatles foram proibidos de fazer show privado para Pelé
 
O Santos, clube pelo qual o Rei do Futebol brilhou, também se lembrou de Pelé nesta quarta-feira e prepara uma série de ações promocionais com seus sócios torcedores. A cidade natal do ex-jogador, Três Corações, também está em festa. As comemorações começaram na última sexta-feira e vão até o final desta semana, com a inauguração de um museu em homenagem à Dona Celeste, mãe do ex-atacante.
Pelé dispensa modelos para tirar foto com "tiazinha da cozinha"
 
Nascido na cidade do sul de Minas Gerais, Pelé se consolidou como maior jogador da história do futebol no Santos e na Seleção Brasileira. Pelo clube alvinegro, conquistou 10 títulos paulistas, seis Campeonatos Brasileiros, duas Copas Libertadores e dois Mundiais Interclubes. Já pela Seleção, venceu três Copas do Mundo (1958, 1962 e 1970) e se tornou o maior artilheiro da história da equipe verde e amarela. Encerrou a sua carreira em 1977, no New York Cosmos, dos Estados Unidos, e, em 1366 partidas por quase 20 anos, anotou 1283 gols. Em 1981, foi eleito o maior atleta do século XX.
Terra
23 de Outubro de 2013 atualizado às 12h41

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

RELEMBRE HAROLDO FLECHA LIGEIRA, ÍDOLO TRICOLOR!!!

GOL DO GRANDE ÍDOLO DO FORTALEZA "HAROLDO FLECHA LIGEIRA

"VEJA ELE ANTES E DEPOIS, HAROLDO FOI O AUTOR DO PRIMEIRO GOL NA ÚLTIMA PARTIDA NA MALHOR DE 3. JOGO DO TÍTULO, FINAL DO CEARENSE DE 1974. HÁ QUE SAUDADES DESSE QUADRADO DE OURO ALI SIM ERA TIME, PODIA COMPRAR FIADO, QUE ERA VITÓRIA CERTA.
A MAURETROPOSTERS ESTEVE HOJE VISITANDO E ENTREGANDO OS POSTERS DO NOSSO NOVO CLIENTE O GRANDE PONTA DIREITA HAROLDO FLECHA 7, CAMPEÃO PELO FORTALEZA EM 1974 TIME DO QUADRADO DE OURO QUE ELE FEZ PARTE."
DATA: 26/03/1975,
LOCAL: CASTELÃO (FORTALEZA-CE)
FORTALEZA 3 X 1 CEARÁ (GOLS: 1 DE HAROLDO 2 DE AMILTON MELO) E 1 DE CLÓVIS PARA O CEARÁ.
 
1o Jogo Fortaleza 4 x 0 Ceará, 2o Jogo Fortaleza 1 x 0 Ceará, 3o Jogo Fortaleza 3 x 1 Ceará.
CARO TORCEDOR ESCUTE O GOL DO NOSSO ÍDOLO HAROLDO FLECHA LIGEIRA 7