RECORDAR É VIVER

quarta-feira, 20 de março de 2013

CANTOR EMÍLIO SANTIAGO MORRE NO RIO!!!

Cantor Emílio Santiago morre no Rio

Cantor estava internado na CTI do Hospital Samaritano.
Ele havia sofrido um acidente vascular cerebral.

Emílio Santiago faz show em casa de show em Campinas (Foto: Alexandre Moreira/ Divulgação)
Emílio Santiago morre aos 66 anos no Rio
(Foto: Alexandre Moreira/ Divulgação)
A morte do cantor Emílio Santiago, divulgada na manhã desta quarta-feira (20), repercutiu entre famosos nas redes sociais. Às 8h20, o nome do músico já figurava nas listas brasileira e mundial de assuntos mais comentados no Twitter.
 
O cantor Emílio Santiago, de 66 anos, morreu na manhã desta quarta-feira (20) no Hospital Samaritano, em Botafogo, na Zona Sul do Rio. De acordo com o hospital, o artista morreu em função de complicações decorrentes de um acidente vascular cerebral isquêmico (AVC) que sofreu em 7 de março.
Emílio Santiago morreu às 6h30, após permanecer 13 dias internado no Centro de Terapia Intensiva (CTI). O velório do cantor será realizado na Câmarara de Vereadores do Rio, no Centro, a partir das 12h desta quarta, e será aberto ao público. O enterro do artista acontecerá às 11h desta quinta-feira (21) no Memorial do Carmo, no Caju, na Região Portuária do Rio. Ele será enterrado ao lado do local onde sua mãe foi sepultada.
Vencedor de diversos festivais de música, Emílio iniciou a carreira na década de 70 e gravou grandes sucessos como "Saygon", "Lembra de mim" e "Verdade chinesa". O último disco do cantor foi "Só danço samba (ao vivo)", lançado em 2012, junto com um DVD.
Paixão pela música
Emílio Santiago nasceu em 1946 na cidade do Rio. Formou-se em Direito pela Faculdade Nacional de Direito, mas a paixão pela música fez com que ele iniciasse sua carreira participando de diversos festivais de música, sendo vencedor de muitos deles. "Transas de amor", seu primeiro compacto, saiu em 1973. A estreia em um álbum cheio aconteceu dois anos mais tarde. Autointitulado, o trabalho trazia interpretações de canções de nomes como Ivan Lins, Gilberto Gil, Nelson Cavaquinho e Jorge Ben.

Conhecido pelo tom de voz ao mesmo tempo grave e suave, o cantor apresentou diferentes gêneros durante sua carreira, mas esteve especialmente voltado para a música romântica, a MPB e o samba. Em 1988, lançou "Aquarela brasileira", o primeiro disco da série criada por Roberto Menescal e Heleno Oliveira. O álbum trouxe a releitura de 20 clássicos da música brasileira, como "Sampa" (Caetano Veloso), "Anos dourados" (Chico Buarque e Tom Jobim) e "Eu sei que vou te amar" (Tom Jobim e Vinicius de Moraes).

A série "Aquarela brasileira", responsável por aumentar consideravelmente sua popularidade no país, teve mais seis volumes, o último deles lançado em 1995. Um de seus mais importantes trabalhos, "Feito para ouvir", de 1977, foi reeditado pela Dubas Musica em 2009. Outro relançamento em sua carreira aconteceu em 1989 com "Brasileiríssimas", seu segundo disco, originalmente de 1976. Entre seus maiores sucessos estão "Saigon", "Verdade chinesa", "Lembra de mim", "Vai e vem", "Tudo que se quer" e "Flor de lis".
Seu último disco saiu em 2012, uma versão ao vivo de "Só danço samba", de 2010 – que, por sua vez, foi o primeiro trabalho do selo Santiago Music. O álbum é uma homenagem ao "rei dos bailes" Ed Lincoln, trazendo canções que fizeram sucesso nos clubes do Rio de Janeiro nos anos 60, além de músicas atuais de artistas como Mart'nália, Jorge Aragão e Dona Ivone Lara. Ao todo, sua discografia conta com 30 álbuns e 4 DVDs.
saiba mais
 
Do G1 Rio - 20/03/2013 07h15
Atualizado em 20/03/2013 10h46

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

MOZART GOMES "O MOZARZINHO", ÍCONE DO FUTEBOL CEARENSE!!!

Biografia de Mozart Gomes, ícone do futebol cearense, será lançada nesta quinta-feira
Mozart foi um dos grandes craques do futebol cearense (Foto: Arquivo O POVO )
Mozart foi um dos grandes craques do futebol cearense (Foto: Arquivo O POVO )
Uma vida intensa, em dois tempos de um jogo único - o do próprio viver. O primeiro tempo se deu nos campos de praças, nos asfaltos das ruas, nos gramados de Norte a Sudeste. O segundo, em bares da Gentilândia à Copacabana, em cabarés do Curral à Lapa, em paixões desregradas por fulanas e no amor definitivo por Baiana.

Os dois tempos, intensamente vividos pelo craque Mozart Araújo Gomes, o Mozarzinho (1939-2009), se enredam e se imortalizam na biografia Mozart - uma Trajetória Inquieta no Futebol. Escrita por Saraiva Júnior, cronista e amigo, a biografia - capítulos de encontros, desencontros e reencontros - será lançada na noite desta quinta-feira.

A trajetória por jogos e noites foi refeita pelo próprio Mozart, em entrevistas realizadas durante caminhadas na praça Argentina Castello Branco (Fátima), 25 anos depois da amizade iniciada no bairro Benfica. “Eu jogava bola na rua do Mozart (rua Adolfo Herbster). Por volta de 68, 69, participei de uma ‘peneirada’ do Fortaleza (clube do craque). E, na juventude, cheguei a tomar umas e outras com o Mozart”, assinala Saraiva.

O glorioso jogador cearense, dono de singulares “habilidade, arrancada e chute potente”, sempre habitou o imaginário dos loucos por futebol. “Quando tinha jogo do Ceará e do Fortaleza, o pessoal vinha de Fusca, de Senador Pompeu (sertão do escritor) para cá, assistir... Tem uma jogada do Mozart que está na cabeça de toda criança: as bicicletas. Ele tinha uma facilidade incrível para dar bicicletas”, sublinha o cronista.

Fama e funcionalismo público

Mozarzinho, irmão do meio-campista Moésio Gomes (1934-1992) e sobrinho do técnico França, já vestia a camisa 11 do Fortaleza aos 16 anos. Entre as décadas de 1950 e 1960, o “canhoto que driblava pelo lado direito” ganhou fama no País do futebol. “Não é exagero compará-lo a Garrincha, o maior ponta direita de todos os tempos , no que diz respeito às jogadas-padrão de ambos”, compara Saraiva Júnior.

O ápice - e a solidão - foi alcançar o Fluminense de Telê, Castilho e Pinheiro, em 1958. Mas o cearense não teve espaço no time. “Não havia amizade verdadeira entre os jogadores. Fiz apenas um amigo, o Altair (lateral-esquerdo)”, contou.

Entre um jogo e o próximo, e entre uma desilusão e outra, Mozart “procurava refúgio na bebida” e nos prostíbulos, contrapõe Saraiva Júnior. De volta a Fortaleza, equilibrou-se em um emprego nos Correios e sossegou no amor de Eugênia Maria (Baiana), da família Nepomuceno, com quem se casou em 1965. Em seu saldo de gols, viveu como escolheu (por pensar que morreria cedo). Intensamente. (Ana Mary C. Cavalcante)

SERVIÇO

Mozart – uma Trajetória Inquieta no Futebol
O quê: biografia do craque cearense, escrita por Saraiva Júnior
Quando: lançamento hoje, a partir das 19 horas
Onde: restaurante Parque Recreio (av. Rui Barbosa, 2727 - Dionísio Torres).
Preço: R$ 25

SAIBA MAIS
Livros que narram o futebol cearense

- PV: biografia de uma paixão. Corpo, Alma e Coração do Estádio Presidente Vargas. (2011), de Ciro Câmara e Cláudio Ribeiro

- Futebol Cearense: a História (2011), de Alberto Damasceno

- Presepadas no Mundo da Bola (2003), de Alberto Damasceno

- Futebol Cearense: Retalhos Históricos ( 2007), de Alfredo Sampaio

- Ceará Sporting Clube: um Retrato em Preto e Branco (2004), de Lúcio Chaves Holanda

- Ceará x Fortaleza: Grandes Clássicos-Rei da História (2006), de Airton de Farias e Vagner de Farias

28.02.2013| 08:07

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

MOZART UMA TRAJETÓRIA INQUIETA NO FUTEBOL!!!

Biografia conta a trajetória do ex-atacante Mozarzinho
Mozarzinho faleceu em 2009 vítima de câncer (Foto: Saraiva Júnior / Arquivo pessoal)

Mozarzinho faleceu em 2009 vítima de câncer (Foto: Saraiva Júnior / Arquivo Pessoal)
A história de um maiores ídolos do Fortaleza, Mozart Gomes, ou Mozarzinho, como era carinhosamente chamado, virou livro. Na próxima quinta feira (28), às 19 horas, no Parque Recreio, o escritor Saraiva Júnior lança a biografia de um dos mais importantes atletas que passaram pelo futebol cearense na década de 60.

“Mozart: uma trajetória inquieta no futebol” é o título da obra, que Saraiva levou cinco anos para escrever. Com 286 páginas, o livro traz passagens importantes da vida do polêmico, mas extremamente talentoso atacante, que desfilou seu futebol com maestria na década de 1960, deixando saudades aos que tiveram o privilégio de acompanhá-lo naquela época.
Mozarzinho faleceu em 2009 vítima de câncer.
No site oficial do Fortaleza, o clube convida a torcida do Tricolor para comparecer ao evento e garantir o livro.
Serviço:
Evento: Lançamento do livro “Mozart: Uma trajetória inquieta no futebol”, de autoria de Saraiva Júnior.
Data: 28.02.2013 – Hora: 19h
Local: Churrascaria Parque Recreio (Avenida Rui Barbosa, 2727)
Preço do livro: R$ 25,00.
Por Alan Barros às 9:22 de 26/02/2013
Atualizada às 9:22

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

PELÉ E GARRINCHA NUNCA PERDERAM UMA PARTIDA JOGANDO JUNTOS!!!

Jogaram 12 anos juntos e nunca perdemos uma partida.
O Garrincha era um jogador muito individualista, mas para o time era maravilhoso.
Todo time precisava de dois, três para marcar o Garrincha, mais um, dois para marcar o Pelé.
Aí os caras estavam ferrados
Pelé
30 anos sem Mané ...

Jogamos 12 anos e nunca perdemos juntos. O Garrincha era um jogador muito individualista, mas para o time era maravilhoso. Todo time precisava de dois, três para marcar o Garrincha, mais um, dois para marcar o Pelé. Aí os caras estavam ferrados

Pelé 
30 anos sem Mané
                                                                                                                                                                                                                                                             
 
FACEBOOK - Pelé

terça-feira, 20 de novembro de 2012

DOMINGOS DA GUIA "O DIVINO MESTRE"!!!

Um dia como hoje – 100 anos de Domingos da Guia
Hoje é o centenário de Domingos da Guia, apontado como um dos mais completos futebolistas do Brasil. O zagueiro, com qualidade para atuar do meio para a frente, nasceu em 19 de novembro de 1912 e iniciou a carreira ainda na fase do amadorismo, no Bangu.
Passou por Vasco da Gama, Nacional (URU), Boca Juniors (ARG), Flamengo e Corinthians, em mais de duas décadas de futebol. Foi no Nacional, em 1933, que ganhou o apelido de “Divino Mestre”, autoexplicativo. Foi lá também que conquistou o título uruguaio, vencendo no ano seguinte o carioca pelo Vasco e, em 1935, o argentino pelo Boca.
Pela seleção o grande momento foi a Copa do Mundo de 1938, levando o time ao 3º lugar em polêmica semifinal contra a Itália – fez o pênalti do segundo gol italiano, em jogada muito contestada no atacante Piola.
As jogadas em que saia driblando tudo e todos desde a área que defendia ficou conhecida como Domingada, hoje, ainda erroneamente empregada quando um zagueiro faz besteira com a bola nos pés.
Para completar, é pai simplesmente de Ademir da Guia, craque do Palmeiras por 17 temporadas. Faleceu em 18 de maio de 2000.


19.11.12 16:32

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

DIMAS FILGUEIRAS É PERSONAGEM DE LIVRO!!!

Ex-técnico Dimas Filgueiras é personagem de livro
O livro “Dimas – Guerreiro Alvinegro”, do empresário de atleta de futebol Alberto Damasceno, será lançado nesta quarta-feira, às 19 horas, no Clube Náutico Atlético Cearense. Com o selo da Omni Editora, é fartamente ilustrado por fotografias e gráficos e revela algumas histórias interessantes daquele que sempre foi o treinador “quebra galho” do time do Ceará.

Uma delas é que Dimas Filgueiras era quem lia e escrevia algumas cartas de amor do famoso Garrincha em viagens no Exterior.
Samuel Martins
Facebook

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

TOP "10" DA SELEÇÃO BRASILEIRA!!!

A seleção disputa contra a Colômbia sua milésima partida, conforme as contas da CBF. Se o critério da entidade está certo ou errado (o número já teria sido atingido se valerem jogos contra clubes, por exemplo) o fundamental é que a história da quase centenária equipe conta com passagens memoráveis.



Vitórias que redefiniram o futebol mundial, derrotas eternas, craques aos montes… Rememorar os jogos da seleção é passear grandes principais páginas do esporte. E é isto que o Blog Gol faz agora, ao elaborar a lista de 10 maiores partidas da história do time brasileiro.
O critério leva em consideração principalmente o legado do jogo para o desenvolvimento do esporte no Brasil e no mundo.
Top 10 da seleção brasileira
1 – Brasil 5 x 2 Suécia (1958).
Chega de complexo de vira-latas para o brasileiro, seja o futebolista ou não. Ganhamos a taça e viramos sinônimo de arte nos gramados mundiais a partir daquela partida referencial. De quebra, começamos a vingar com juros e correção a dívida de 1950 – agora destronando os donos da casa por 5 a 2, de virada. O futebol brasileiro nunca mais seria o mesmo após aquela goleada no estádio Rassunda. E o mundo conheceria para sempre os gênios Garrincha, Pelé e Didi. Brasil – campeão do mundo!
2 – Brasil 4 x 1 Itália (1970).
Até para a Fifa foi a maior apresentação da maior seleção de todos os tempos. Os inapeláveis 4 a 1 sobre os italianos valeram ao Brasil a conquista definitiva da Taça Jules Rimet. Feito único.


3 – Brasil 1 x 2 Uruguai (1950).
Talvez a maior derrota da história do futebol. Cenário armado, time encantando a todos, e, por fim, Maracanã lotado de decepção com a virada dos uruguaios. Perdíamos a Copa em casa mas ganhávamos uma lição que nos ajudaria a ser penta no futuro.
4 – Brasil 0 x 0 Itália (1994).
Após 24 anos de um jejum quase interminável a seleção finalmente foi tetra. Mostrou um futebol competitivo taticamente e contou com Romário fazendo a diferença na frente. Vitória veios nos pênaltis, para adicionar ainda mais emoção á conquista.
5 – Brasil 3 x 1 Tchecoslováquia (1962).
A base da seleção campeã na Suécia repetiu o feito no Chile. Destaque para Vavá, artilheiro como sempre, Amarildo, que substituiu o machucado Pelé, e Garrincha, que resolveu grande parte dos jogos.
6 – Brasil 2 x 3 Itália (1982).
Outra derrota que nunca será digerida pelo brasileiro. Uma geração brilhante teve a glória nas mãos, mas a aplicada Itália e o inspirado carrasco Paolo Rossi mancharam para sempre o currículo de Zico, Sócrates, Junior, Leandro e Cia. Fizeram bons jogos naquele Mundial, sobretudo a vitória por 3 a 1 sobre a Argentina do jovem Maradona, mas ficaram pelo caminho. Boa parte teve uma segunda chance em 1986. E uma segunda decepção. Para muitos o bom futebol morreu ali.
7 – Brasil 2 x 0 Alemanha (2002).
A consagração de Ronaldo Fenômeno após a polêmica quatro anos antes. Rivaldo jogou muito, Felipão criou sua “família” e a Alemanha nem teve chance.


8 – Brasil 3 x 1 Uruguai (1970).
A mágica seleção de 1970 teve os nervos à prova no confronto contra os uruguaios. O Maracanazo veio à tona, a catimba também, e o time começou perdendo. Mas virou na bola e na raça.
9 – Brasil 1 x 0 Uruguai (1919).
Decisão do Sul-Americano disputado no Rio de Janeiro. Com apenas cinco anos de existência, a seleção viu um estádio das Laranjeiras completamente lotado para impulsionar o time à conquista do primeiro título de sua história. A vitória veio suada, na prorrogação, com gol de Friedenreich, sobre os favoritos uruguaios. O torneio movimentou a cidade como nunca e a vitória final contribuíram para que seja considerado o marco da popularização do esporte no Brasil.
10 – Brasil 0 x 3 França (1998).
Nosso segundo vice em Copas. Um jogo que ainda dá o que falar por conta do piripaque de Ronaldo Fenômeno, antes da final. Capitaneados por Zidane, os franceses foram melhores e mereceram. Simples.

Top 10 da seleção brasileira
Por: Ciro Câmara
14.11.12 16:44